{jathumbnail} Estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz confirmou a presença de um segundo tipo de vírus da Aids em 15 pacientes no Brasil, todos em situação de coinfecção com o vírus 1, que circula no país.
{jathumbnail} A chegada da primavera vem acompanhada de uma preocupação a mais para os pais. Neste período, aumentam os casos de catapora, alertam especialistas.
{jathumbnail} A cirurgia para mudança de sexo em mulheres, antes permitida somente como experiência, será autorizada no Brasil a partir de decisão do Conselho Federal de Medicina (CFM), a ser publicada no Diário Oficial da União (DOU).
{jathumbnail} Os idosos são os que menos doam sangue no estado de São Paulo. Segundo levantamento da Secretaria de Estado da Saúde, apenas 2% dos doadores têm mais de 60 anos. A pesquisa, que teve como base dados da Fundação Pró-Sangue, indica que o número de doações cai conforme aumenta a idade.
COREN-BA, em parceria com o COFEN, com o GECEN-Grupo de Estudos sobre o cuidar em Enfermagem e a Escola de Enfermagem da UFBA, realizou no dia 27 de agosto, I Encontro Interdisciplinar do Cuidar em Enfermagem. Na abertura do evento a mesa foi composta por Gícele Dórea – Presidente COREN-BA, Carmen Araújo – Vice-presidente do COREN-BA, Drª Mirian Paiva – Coordenadora do PPGEnf/EEUFBA, Adriana Valéria – Vice líder do grupo GECEN/EEUFBA e Josicélia Dumêt Fernandes – Vice Diretora da EEUFBA.
{jathumbnail} O medicamento genérico surgiu no Brasil, em 1999, como a alternativa mais barata para tratamentos de saúde. Visando reduzir a média de preços em relação aos originais, seu uso também deve ser controlado e prescrito pelo médicos.
{jathumbnail} A exibição do filme de suspense Coma (1978), do diretor Michael Crichton, foi o ponto de partida para o debate sobre doação de órgãos promovido pelo curso de Enfermagem da UNIFACS, no último dia 24, no auditório do Campus Iguatemi. O evento faz parte de uma série de ações que Grupo de Atividade de Enfermagem (Engate) e a coordenação do curso estão realizando para marcar o Dia do Doador de Órgão (27 de setembro).
{jathumbnail} Este agosto assinala o centenário de falecimento de uma mulher cuja trajetória foi absolutamente fascinante. Estamos falando de Florence Nightingale (1820 1910), a criadora da moderna enfermagem (por causa dela este é também o Ano Internacional da Enfermagem, uma categoria que merece entusiásticos aplausos), e cuja vida, como se costuma dizer, daria um romance. Era de família próspera; os Nightingale viajavam constantemente pela Europa, o que aliás explica o seu nome: nasceu em Florença, a segunda das duas filhas do casal. Os pais eram pessoas religiosas, gente tradicional: Florence estava destinada a receber uma boa educação, a casar com um cavalheiro de fina estirpe, a ter filhos, a cuidar da casa e da família. Mas logo ficou claro que a menina não se conformaria a esse modelo. Era diferente; gostava de matemática, e era o que queria estudar (os pais não deixaram). Aos 16 anos, algo aconteceu: Deus falou-me escreveu depois e convocou-me para servi-lo. Um episódio que poderia caracterizá-la como uma mística, mas, diz o historiador Lytton Strachey, a moça estava longe de ser uma beata desligada da realidade.
{jathumbnail} O sangue da menstruação pode servir, no futuro, para a regeneração de tecidos e órgãos. Descartável e de fácil coleta, o material contém células-tronco mesenquimais, estruturas que podem dar origem a uma série limitada de outros tecidos.
{jathumbnail} O menino Erik Ribeiro, de 9 anos, colhe um morango como se o fruto fosse frágil e pudesse quebrar. Nem sempre sua relação com as frutas foi tão amigável. Em seus pesadelos, elas tinham cara de monstro e o perseguiam. Hoje em dia, ele salta da cadeira de sua sala de aula para alcançar a mesa na qual tigelas exibem apetitosas maçãs, fatias de melancia, mamão, uvas, mangas e bananas. "É uma delícia e faz muito bem", justifica. Ele é um dos 340 alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, cujos hábitos têm sido modificados pelo programa Alimentação Saudável, da Escola Classe 305 Sul.
Ridículo! Discurso eleitoreiro! O pior é que consegue enganar muitas pessoas... Uma vez que a cultura seja estatizada, todos vão ficar nas mãos do governo! Vão ter que pagar propinas para poder ter seus projetos aprovados! Deputados, senadores, funcionários públicos entre outros, serão os donos de tudo! Ouçam o que eu digo! Não podemos mais acreditar em palavras! Temos que acreditar em FATOS! E os fatos mostram que o governo só usa o dinheiro em benefício próprio! Estatizar a cultura é iniciar um processo cujo fim será o extermínio do país!
Quanto a nova proposta de modificação da Lei Rouanet, que falsamente declara que haverá melhor distribuição de verbas, faço apenas cinco perguntas: 1. A saúde é melhor no norte e nordeste do país? 2. A segurança é melhor no norte e nordeste do país? 3. A educação é melhor no norte e nordeste do país? 4. A qualidade de vida é melhor no norte e nordeste do país? 5. Há menos gente passando fome no norte e nordeste do país?
Ora, se a resposta para as 5 perguntas fundamentais foi “não”, e já que tudo isso está a disposição de deputados e senadores para melhorar, por que acham que farão isso com a verba da Cultura?
Sabe para onde vai esse dinheiro? É muito mais fácil enganar as pessoas de baixa renda que a população com mais educação e cultura. A verba do atual Fundo Nacional de Cultura sempre esteve disponível para todos, mas pergunto: Quantos projetos da região norte e nordeste do país foi beneficiada com o dinheiro?
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1. A saúde é melhor no norte e nordeste do país?
2. A segurança é melhor no norte e nordeste do país?
3. A educação é melhor no norte e nordeste do país?
4. A qualidade de vida é melhor no norte e nordeste do país?
5. Há menos gente passando fome no norte e nordeste do país?
Ora, se a resposta para as 5 perguntas fundamentais foi “não”, e já que tudo isso está a disposição de deputados e senadores para melhorar, por que acham que farão isso com a verba da Cultura?
Sabe para onde vai esse dinheiro? É muito mais fácil enganar as pessoas de baixa renda que a população com mais educação e cultura. A verba do atual Fundo Nacional de Cultura sempre esteve disponível para todos, mas pergunto: Quantos projetos da região norte e nordeste do país foi beneficiada com o dinheiro?
Hipócritas!